“Perdurou nesta fábrica deletéria de valores e justificativa do vale-tudo, um segmento que se acha no direito de habitar e se movimentar sempre acima do bem e do mal. Seus interesses pessoais ou políticos sempre acima do bem comum, do exercício da cidadania. Às favas o interesse maior da coletividade.“
Entre a preservação contemplativa e os modelos industriais importados, o Amazonas começa a perceber que seu verdadeiro desafio histórico talvez seja outro: construir uma economia sofisticada, territorialmente enraizada e capaz de transformar floresta, ciência, engenharia e indústria numa mesma linguagem de desenvolvimento.