A solução definitiva para a Amazônia é a prosperidade verde. Começando de onde a governança do passado falhou. A Amazônia não pode ser tratada como problema de árvore, de polícia ou de pobre. Ela precisa ser vista como uma oportunidade que o destino generosamente colocou diante de todos nós, para refazer o futuro. Na Amazônia, o Brasil tem a rara chance de implementar um grande projeto produtivo, tecnologicamente avançado, socialmente includente e verde.
A Associação Comercial do Amazonas teve participação efetiva nessa retomada momentânea da economia. Sob a batuta de Cosme Ferreira, um
cearense que veio para o Amazonas com 2 anos de idade, e aqui ficou até morrer e, através da ACA, teve uma atuação que deixou grandes e
positivas marcas no Amazonas. Uma delas foi apresentar ao Congresso Nacional um projeto que criava a Estação Experimental do Guaraná, em Maués.
O Polo Industrial de Manaus – PIM fechou o ano de 2020 com cerca de 500 industrias instaladas e gerando 93.317 empregos diretos. O faturamento das empresa instaladas no PIM chegou a 119, 68 milhões de reais, melhor resultado dos últimos seis anos e tendo os segmentos de eletroeletrônicos e bens de informática à frente do faturamento global do PIM, com participações que juntas chegam a 50% do faturamento global
O governo paralelo achou que queimar/desmatar a Amazônia seria um gesto de aliança ou bajulação do agronegócio [...] O tal gabinete não dá trela a esses apelos científicos e tecnológicos, pelo contrário, despreza-os..
Gilberto Freyre, o pernambucano de Casa Grande & Senzala, reconheceu em Samuel Benchimol a referência necessária, teórica e vivencial para a compreensão da esfinge amazônica.
"De uma coisa estamos certos, sem o envolvimento de atores locais amazônicos, onde habita 20% da biodiversidade do planeta, iremos a lugar algum [...] Que tal uma conferência amazônica com mapeamento de prioridades, oportunidades, métricas, metas e avaliação dos resultados, ouvindo quem entende do riscado?"