Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) revelou graves irregularidades no programa Farmácia Popular, um dos principais programas do Ministério da Saúde para...
Documento da CGU diz que gestão do fundo por Ricardo Salles “descumpriu as boas práticas da governança pública, gerando impactos negativos para as políticas ambientais”
O descalabro do Congresso com as leis não se resumiu à PEC Kamikaze. Os parlamentares também adotaram uma abordagem irresponsável na definição da Lei...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.