Agricultura e urbanização são os tipos de atividade que mais preocupam, mas não só. A mineração, apesar de ocupar pouco território, apresenta um alto potencial de dano à qualidade dos mananciais.
O avanço da fronteira agrícola no Centro-Oeste nas últimas décadas consumiu cerca de 102,6 mil km2 de vegetação no Cerrado entre 2000 e 2018, de acordo com o IBGE.
A mensagem é inequívoca: da manutenção da floresta amazônica depende a viabilidade da sociedade brasileira. Somos existencialmente dependentes da floresta, como sociedade e, em última instância, como espécie.
“Em todo o mundo cresce uma legítima pressão pelo direito de saber a origem e as condições de produção daquilo que consumimos. Ninguém quer comprar produtos feitos em condições humanas degradantes, por exemplo. Tampouco aceita-se que a produção seja feita às custas do meio ambiente”
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.