Sobre o segmento do turismo, Périco espera que, daqui 15 ou 20 anos, o Estado ofereça outras atividades para ir além dos muros da capital e levar dignidade, emprego e renda para a população no interior.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas