“Mais longe já tivemos na desconstrução desta equação perversa que rebaixa a população da Amazônia a IDHs deploráveis a despeito da potencialidades naturais imensuráveis. Compete a nós apontar e desmontar a distorção inaceitável que transformou o Amazonas num dos maiores contribuintes da Receita. Entre os vacilos, este é o mais aloprado e omitido da gestão federal, responsável pelo atraso da bioeconomia e do desenvolvimento regional.”
“Chegou a hora do Brasil abraçar a Amazônia, resguardar a diversificação e transição da Zona Franca de Manaus, tomar posse do sonho de consumo que a humanidade cobiça em relação à floresta. Soberania brasileira sobre a Amazônia, em suma, é tudo isso, ou seja, transformar programas, projetos e iniciativas de aproveitamento das potencialidades numa nova era de integração nacional e da prosperidade regional, na perspectiva de construção da civilização brasileira.”
“Instituições de idoneidade acadêmica ilibada como a Fundação Getúlio Vargas e a Universidade de São Paulo já mapearam, com rigorosas pesquisas, quem são os principais beneficiários do programa Zona Franca de Manaus: a Receita Federal e o contribuinte brasileiro.”
Com verbas de P&D já recolhidos das indústrias em Manaus o orçamento do novo CBA, poderia aumentar o investimento do Centro para mais de R$ 300 milhões