Compensação por Serviços Ambientais valoriza papel de agroextrativistas na Amazônia. Mapeamento aponta áreas promissoras para plantio sustentável de castanheiras, fortalecendo a bioeconomia regional.
O Ministério Público Federal pediu ao Ibama e a Polícia Rodoviária Federal informações para conseguir identificar os manifestantes responsáveis por derrubar a castanheira
Pela primeira vez, a castanheira (Bertholletia excelsa) contará com um genoma referência, fundamental para a preservação da espécie e desenvolvimento de pesquisas.
A castanheira é comumente conhecida pela utilização de seus frutos, muito comercializado para o exterior, com diversas utilidades devido as suas propriedades nutricionais. Além da produção de frutos, a castanheira pode ser usada para produção de madeira, para restaurar Áreas de Preservação Permanentes (APP), Áreas de Reserva Legal (RL) e contribuir com o sequestro de carbono.
Para demonstrar a viabilidade de plantios de castanheiras, os pesquisadores reuniram mais de uma centena de pesquisas, buscando as conexões dos fatores ambientais, especialmente água, luz e nutriente, e suas influências sobre o crescimento e a produção de frutos da espécie. Banner - Thalita Bandeira/ Inpa
Justiça de Rondônia, estado de origem da carga apreendida, havia julgado improcedente a ação. Extração e comercialização da espécie é proibida desde 1994
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes