"A diplomacia brasileira não deve hostilizar os Estados Unidos. Seria erro primário. Mas tampouco pode fingir que está diante de uma administração convencional. O...
Com certeza, trocaram táticas e estratégias, eventualmente firmaram alguma cooperação', afirma David Nemer, professor da Universidade da Virgínia
O encontro de Jair Bolsonaro com Vladimir Putin deixou setores...
A aprovação pela Câmara Federal de sucessivos projetos com previsível impacto negativo sobre o meio ambiente não escapou ao olhar da União Europeia. Segundo...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.