Muito se fala que a Amazônia é chave na preservação da biodiversidade e na regulação do clima. Também é essencial no processamento de vapor de água para o Brasil central e sul, tem a maior diversidade do planeta, o ciclo hidrológico mais intenso, além de ser o maior repositório de carbono de qualquer região continental. Mas, mesmo sendo estratégica, suas características e importância mundial levam a questões complexas:
Florestas no coração da Amazônia já estão sendo substituídas por savanas nativas devido a incêndios florestais recorrentes, revela um estudo publicado na revista científica internacional Ecosystems.
Depois de décadas (e, em alguns casos, séculos) despejando carbono na atmosfera terrestre, a indústria do petróleo agora tenta dar um cavalo-de-pau no transatlântico...
A perda da floresta também é um grande contribuinte das emissões para o aquecimento do clima, com a densa vegetação da floresta tropical representando o maior reservatório de carbono.
Os Estados Unidos estão entre aqueles que aguardam pelo plano econômico chinês. A expectativa em Washington é de que as promessas de recuperação verde impulsionadas pelo governo Biden incentivem a China a assumir metas e ações mais ambiciosas pelo clima.
Segundo a análise, em apenas 15 propriedades produtoras de carne do Pantanal foram registrados 73 mil hectares de áreas queimadas no ano passado, em um período em que o uso de fogo estava proibido por autoridades federais e estaduais. Essas mesmas propriedades possuem um longo histórico de irregularidades ambientais, como desmatamento e incêndios ilegais.
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.