O Brasil é um país tragicamente desigual. A pandemia da Covid-19 escancarou as nossas desigualdades sociais, de renda, racial, de oportunidades e regionais. Devemos sair da pandemia ainda mais desiguais, em todas as suas dimensões perversas.
Adotar esses parâmetros significa direcionar recursos de P&D&I para a produção de alimentos, de medicamentos e de cosméticos, pois nosso banco genético tem soluções surpreendentes para cada um desses setores. Vale lembrar que todos esses segmentos estão previstos nos programas prioritários de Bioeconomia, estipulados pelo governo federal através da Suframa, órgão gestor da contrapartida fiscal e da promoção de investimentos.
Precisamos fugir desta armadilha de soluções fáceis para problemas complexos, de unguentos ou super-heróis. Quem não sabe por qual razão pode simplesmente ignorar. Se quiser entender minimamente a razão disso, convém ler a história de qualquer era e local, desde que envolva a ascensão e a queda de uma sociedade.
“Quantos milhões as empresas têm recolhido em verbas de pesquisa, desenvolvimento e inovação? Quinhentos milhões, aproximadamente a cada ano, diz o Portal da Transparência, o suficiente para fazer uma revolução biotecnológica em qualquer lugar do mundo.”