“Somos e estamos vulneráveis, como ilustra a redução das alíquotas de importação de bicicletas e a redução de 10% nas NCM’s dos eletros eletrônicos. Portanto, está em nossas mãos salvar ou esvaziar a ZFM.”
Se colocarmos, monoliticamente, os objetivos da política econômica numa única trajetória de equilíbrio fiscal expansionista, poderemos ficar com a sensação de que, no meio do caminho, voltamos ao marco zero de nossa caminhada e, como disse Alice, “a gaveta da alegria já está cheia de ficar vazia”.
“É imperativo, portanto, debater, aproximar, disseminar a informação, reduzir a burocracia do proibicionismo, pois está provado que o fomento ao empreendedorismo é mais efetivo e producente, tanto para promover a sustentabilidade como a prosperidade.”
Especula-se que ex-ministro da Saúde ainda não foi exonerado por medo de perder o foro privilegiado e com isso ir para primeira instância em inquérito no STF
O canudo predatório de refrigerantes já tem sucedâneo sustentável e as sacolas retornáveis, preferencialmente de retalhos, bem poderiam virar bandeira de iniciativa popular. Vamos encarar? Damos meia volta e esbarramos, sempre, no papel transformador da Educação, a começar pelos pais, em casa, desde o berço. O planeta, não esqueçamos, é o quintal e deve ser o jardim de nossa casa comum.
Se a situação hídrica se mostrava preocupante nos primórdios da criação do Dia Mundial da Água, em 1992, em 22 de março, que lembramos no dia de hoje, passados quase 30 anos ganhamos um componente exponencial: as mudanças climáticas