De acordo com o sumário executivo do Sexto Relatório, o maior avanço do Brasil foi na meta 19, que trata do conhecimento científico e tecnológico sobre a biodiversidade e seu registro e compartilhamento em plataformas abertas.
A mensagem é inequívoca: da manutenção da floresta amazônica depende a viabilidade da sociedade brasileira. Somos existencialmente dependentes da floresta, como sociedade e, em última instância, como espécie.
Professor de Ciências Ambientais da USP e um dos maiores especialistas brasileiros no tema diz que Brasil poderia ser um líder da chamada biodiplomacia.
A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.