Na postagem, Saraiva diz: “eu avisei que 2022 não ia ser um ano fácil para Amazônia”. E continua o texto afirmando que “como se não bastassem os senadores Telmario Mota (RR), Mecias de Jesus (RR), Zequinha Marinho (PA), Jorginho de Mello (SC), etc, agora a bancada de satanás pode ganhar um importante reforço”, finaliza a postagem.
Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara repete discurso do governo com ataque a ONGs, defesa de garimpo em terras indígenas e mentiras sobre regularização fundiária
A deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR), ruralista e aliada de Bolsonaro, terá como prioridade aprovar o Projeto de Lei da regularização fundiária, o PL da Grilagem, criticado por ambientalistas
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.