Um potencial desperdiçado: biodiversidade amazônica poderia promover virada tecnológica na América Latina, com pesquisas em biotecnologia, novos materiais e empreendimentos sustentáveis, com respeito à Natureza e aos povos ancestrais
“Quantos milhões as empresas têm recolhido em verbas de pesquisa, desenvolvimento e inovação? Quinhentos milhões, aproximadamente a cada ano, diz o Portal da Transparência, o suficiente para fazer uma revolução biotecnológica em qualquer lugar do mundo.”
Quando começamos a observar publicações, análises, interações com o resto do Brasil, sempre há uma impressão de que a região é tratada como exótica, distante, selvagem e com lideranças que não merecem respeito. Ou seja, há dos “dois lados” um comportamento compatível com o histórico.
O projeto de industrialização do país não pode ficar refém de setores subsidiários de matrizes mundiais e que vão na contramão das nossas potencialidade de desenvolvimento inclusivo e ambientalmente sustentável.
O que pouca gente sabe é que o Amazonas domesticou a castanha de cultivo extensivo, com alta tecnologia, que permitiu manter intacto o mineral precioso .