Lei que estende possibilidade de novas termelétricas até 2040 foi promulgada neste ano e “distorce o conceito de transição energética justa”, argumenta ação, apoiada por ONGs.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”