A Amazônia tem potencial para ser o "Vale do Silício" do Brasil, com cadeias produtivas voltadas para a inovação e a chamada bioeconomia, a economia baseada na biodiversidade.
Além da seringueira, temos mais de 1/5 dos princípios ativos da diversidade biológica do mundo. Certamente, em nossa floresta, estão as respostas para todas as doenças, necessidades e vaidades humanas.
No caso da Amazônia, a ideia é que esses estudos auxiliem os brasileiros na busca de atividades econômicas sustentáveis baseadas em um conhecimento profundo do potencial da floresta.
Baseados em ativos da floresta, pequenos negócios unem biodiversidade, tecnologia e sustentabilidade para aumentar o valor dos produtos e beneficiar as populações locais
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.