Em entrevista coletiva, pré-candidato do PT à presidência falou em meio ambiente urbano, pesticidas e defendeu o legado de construção de grandes hidrelétricas na Amazônia
Reveste-se de grande importância para a ZFM e para a economia do Estado a implantação desse empreendimento que contribuirá para a melhoria da vida no interior, gerando empregos e impactos positivos para o desenvolvimento da Região, redução do desmatamento e recuperação de áreas degradadas.
Por Marcos Fava Neves, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP
Vamos às reflexões dos fatos e números...
O Brasil real está bem distante do apresentado por Jair Bolsonaro (sem partido) em seu discurso de abertura na 76ª Assembleia-Geral das Nações Unidas nesta terça (21).
Apesar de o país ter uma legislação ambiental rigorosa, as políticas da gestão atual para o clima vão de mal a pior.
José Walter Bautista Vidal, um dos maiores físicos do país por sua obra e legado na elaboração e implantação do programa do álcool e do óleo vegetal do Brasil, já dizia nos anos 80 que a Amazônia é a pátria da energia alternativa para o futuro do país. Ele se referia a energia solar, ao biodiesel, à biomassa e ao gás natural. Nesta segunda-feira, 13, dando sequência aos Diálogos Amazônicos da Fundação Getúlio Vargas, Márcio Holland e Daniel Vargas receberam a dupla André Clark, da Siemens e Tarcisio Rosa consultor de energia oriundo da Eletrobras. Objetivo do evento era expor e debater a questão energética na Amazônia no contexto da crise hídrica e das perspectivas da Amazônia do Futuro, um projeto de desenvolvimento regional desenhado por iniciativa do setor produtivo do Amazonas, Zona Franca de Manaus, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
Atualmente, 25% dos combustíveis usados no país são renováveis. Um dos responsáveis por esse incremento será o programa Combustível do Futuro, lançado em abril.