No último levantamento, perto de 500 pesquisas e programas de extensão atuantes na Amazônia foram registrados pela USP. Dessa vez, com a criação da AmIT, Instituto de Tecnologia da Amazônia, uma sigla que mistura Tecnologia, Inovação e Biodiversidade, a expectativa de resultados com excelência se amplia pela mobilização de seus atores.
É hora de avançar, quebrar paradigmas da acomodação, descartar os argumentos do conservadorismo que se opõe ao protagonismo. O programa ZFM está vivo e dispõe de um portfólio pulsante, capaz de integrar para não abrir mão da antecipação da utopia e suas pedras fundamentais de estruturação da brasilidade, de verdade.
Estêvão Monteiro de Paula e Alfredo Lopes
As seguintes anotações seguiram uma orientação conceitual e vivencial de uma de nossas mais atentas cientistas do desenvolvimento...