A densidade de aves nos novos bancos de maré afetados pelo avanço do mar é quase dez vezes menor em comparação com as zonas tradicionais mais antigas, que continuam sendo preferidas pelas aves por sua maior produtividade biológica.
“Sabemos muito pouco sobre as espécies migratórias brasileiras. O país engatinha nas pesquisas, há um apagão de dados, e olha que estamos falando do grupo mais estudado do país”, afirma a cientista Karlla Barbosa
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.