É fundamental trazer as discussões para o presente, para quando formos visitados por alguém com juras de apoio, depois não nos surpreendermos por este alguém destruindo o rio com mercúrio, o chão de fábrica sem a ciência ou nos colocando grilhões adicionais. Mesmo que já tenhamos sido muito enganados ou achado que estávamos, ou estamos com “o certo”, o que seria o maior erro, porque a evolução se faz pela dúvida – inclusive sobre as nossas certezas.
"Perceber o Brasil contemporâneo como um país igual, com necessidades tributárias ou de investimentos iguais não é somente estupidez, é também uma busca de...
"O que não podemos é seguir parados. Décadas parados. Séculos parados. Precisamos de mais movimento. Mas movimento na direção das dúvidas e não do que já temos...
“O que temos hoje é algo como um levantador no vôlei, que repassa a bola no meio do time inteiro e ninguém sabe quem tem que cortar. A Suframa tem levantado os tributos, mas quem vai transformar a arrecadação em ação para desenvolver? Quem de fato se importa com a Amazônia?”
Precisamos evoluir da fofoca para a gestão pública e os candidatos apenas estão espelhando o que a sociedade tem exigido deles. Ou seja, a culpa nunca é “deles”, mas de todos nós (ou da maioria de nós) que se afeiçoa mais a fofoca do que ao trabalho.
A razão de chegar a “conclusões” é que nesta primeira quinzena de setembro, finalizei um ciclo pessoal na função de Coordenador da Comissão de Logística do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (CIEAM).
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.