É preciso visitar este planejamento que nos envolve diretamente enquanto caminhantes que buscam formatos econômicos não-predatórios para atendimento das demandas socioeconômicas e da reposição/ proteção florestal. Basta arregaçar as mangas.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.