Chegaremos à COP30 com currículo, com dados, com propostas, com humildade e com coragem. Com a clareza de que ainda há muito por fazer — mas também com a convicção de que já fizemos muito mais do que costumam enxergar. E que agora, finalmente, a *Amazônia* poderá falar por si.
Se a escuta é um ato, ela também é um reflexo de valores. Quando se escuta, revela-se mais do que curiosidade: revela-se uma escolha sobre como se deseja estar no mundo. Essa escuta, quando aplicada à natureza, nos remete a um debate que atravessa a história da ciência desde que a condição humana se deu conta de seus dois equipamentos de audição e apenas um de fala.
Editorial-BAA
A sessão da Comissão de Meio Ambiente do Senado nesta semana transformou-se em um triste retrato da brutalidade política que insiste em sobreviver no...