A coexistência da superficial escassez hídrica na Amazônia com abundantes reservas subterrâneas cria um paradoxo intrigante. Apesar da vasta disponibilidade de água no aquífero, a população e a infraestrutura regional continuam a sofrer com os efeitos das secas. Esse cenário aponta para a necessidade urgente de políticas públicas eficazes e projetos de gestão hídrica que possam equacionar esse dilema.
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.