Padre Humberto Guidotti trabalhou no Amazonas mais de 30 anos, tendo atuado em Iranduba, na comunidade de Paricatuba, no Distrito de Cacau Pirêra e na igreja Menino Jesus de Praga, na Chapada. Suas homilias eram acompanhadas por grande público.
“Comece a fazer. Não entregue para outro. Comece melhorando a sua calçada, votando melhor, demandando de seus representantes, participando de seu condomínio. Entenda a razão de você se deixar ser tão sugado que não tem o menor interesse em fazer algo mais para a sua comunidade – seja ela qual for. Veja o que lhe acontece que, de uma hora para outra, decides que o melhor a fazer é não fazer nada. De onde vem esta inércia? Será medo de se transformar em vítima? Não sei. Mas precisamos mudar. O começo é aceitar que isso é um problema. Ou isso não é um problema?”
Trata-se de uma presença e trajetória que se confundem com as raízes da indústria e do desenvolvimento amazonense, desde épocas anteriores ao atual Programa Zona Franca de Manaus. Uma de suas grandes contribuições foi o círculo da juta e da Malva como alternativas eficientes e de substituição do ciclo da borracha na geração de empregos e renda pelo beirarão amazônico.
“Quanto mais detectarmos esta comunhão de propósitos complementares, mais benefícios a economia e a própria academia poderão auferir, resultando no crescimento integrado da atividade fabril que evolui na medida em que se integra no campo da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico com a universidade que mantém”, Cleinaldo Costa, reitor da UEA.
“Quanto mais detectarmos esta comunhão de propósitos complementares, mais benefícios a economia e a própria academia poderão auferir, resultando no crescimento integrado da atividade fabril que evolui na medida em que se integra no campo da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico com a universidade que mantém”, Cleinaldo Costa, reitor da UEA.
Desenvolver, sem desmatar a floresta é nosso compromisso sagrado. O que nos precisamos é de recursos para qualificar massivamente nossos jovens, construirmos parques tecnológicos de informação, comunicação e biotecnologia. Esta é a maneira mais viável de promover o exercício da cidadania e o desenvolvimento socioeconômico e industrial de que a Amazônia e o Brasil precisam.
Em lugar de esperar soluções messiânicas, precisamos agir com o protagonismo de quem produz emprego, impostos e riquezas. Beiramos a fronteira da irresponsabilidade se não nos mobilizamos para auditar, e influenciar sua aplicação conforme a legislação. Temos colegiados de composição híbrida que, estranhamente deixaram de funcionar. São conselho representativos da Sociedade e a eles compete a gestão transparente de generosos recursos da indústria para o interesse coletivo.
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.