Reiteramos nossas boas vindas ao superintendente Bosco Saraiva, e nos colocamos à disposição para trabalharmos em mutirão pelo Amazonas, pela infraestrutura precária e cara que compromete a competitividade, com ênfase para os gargalos logísticos, pela ausência do balizamento e dragagem de nossas hidrovias, pelo pesadelo viário da BR-319 e BR-174, pelos PPBs glosados sem razões procedentes e pela redução das tarifas de energia e comunicação, que tornam longínquas as distâncias entre a Amazônia e o resto do país.
Em um paradigma mais capitalista, precisamos desenvolver a indústria do Amazonas, encontrando meios de corrigir seus problemas, aproveitando seu potencial, para que não fiquemos sempre no contrapé – em uma rota extrativista enquanto o mundo busca se reindustrializar. Precisamos sair do labirinto do imaginário de que a atividade industrial não cabe na Amazônia.
Braço filantrópico do Google, a Google.org se juntou à ONG The Nature Conservancy (TNC) para apoiar um projeto que utiliza inteligência artificial (IA) e...
“Doutor em engenharia de transportes, o professor Augusto César Barreto Rocha tem se dedicado a promover ações compartilhadas entre academia e a economia, particularmente no que se refere a precariedade de infraestrutura para o Polo Industrial de Manaus.” Confira.
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Marcos Bento, Diretor Executivo de Relações Institucionais da Honda no Brasil, é o novo presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas,...