“Esses benefícios refletem o potencial da iniciativa de usar o Fundo Amazônia para combater o desmatamento, alinhando as metas de conservação ambiental com o...
“A iniciativa de uma empresa suíça, CoffeeB, e da Embrapa Instrumentação de São Carlos, no desenvolvimento de embalagens sustentáveis, ressoa com a crescente necessidade...
“Trabalhar juntos nos permitiu escrever uma marca indelével na história do Polo Industrial de Manaus, estabelecendo um precedente para o sucesso contínuo nos anos que virão.”
Por Alfredo Lopes e Fabíola...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.