A degradação florestal leva à emissão de gases de efeito estufa, a desequilíbrios de água e energia, à perda de biodiversidade e ao aumento da incidência de doenças infecciosas.
O cientista Antonio Donato Nobre, autor do relatório O Futuro Climático da Amazônia, é enfático. “A América do Sul está secando devido aos efeitos combinados do desmatamento e das mudanças climáticas”, diz.
“Afinal, temos mais vantagens mantendo a floresta em pé e mantendo suas riquezas do banco genético do que derrubar a mata, e plantar soja e criar boi.”
A resposta mais imediata para essa questão seria dizer que, caso isso ocorresse, as consequências seriam catastróficas. É claro que nós, brasileiros, as sofreríamos de maneira mais rápida, mas o impacto do desaparecimento da floresta seria sentido em todo o mundo.