Se o país investir no cuidado do seu ímpar patrimônio verde, atendendo às emergências ambientais que se colocam, poderemos nos tornar referência global numa agenda que mobiliza o planeta, além de nos colocarmos novamente em posição privilegiada de competitividade.
Estudo desconstrói mito ruralista: preservar não prejudica Economia. Abre-se, ao contrário, nova oportunidade: Brasil poderia liderar combate a práticas predatórias e gerar empregos e inovação ligados à recuperação de florestas
Ora, se depredar é crime previsto na legislação, deve ser penalizado. Crime maior, porém, é impedir que uma população, considerada historicamente como de segunda classe, tenha acesso e direito de conhecer e proteger sua região e seu país.
Entre as prioridades da pesquisa, voltada à inovação e soluções tecnológicas, o presidente da Embrapa chama a atenção para áreas como agricultura digital, integração lavoura pecuária floresta, edição genômica e bioeconomia, nas quais é preciso avançar ainda mais.