Tag: Agroindústria

De cócoras para a Amazônia – parte I 

E pensar que, depois de 15 mil anos de presença na Amazônia, os indígenas criaram soluções farmacológicas para quase tudo. Que tesouro inesgotável. Por que não investigar o poder dessas propriedades? Aqui só não temos remédio para cegueira atávica, ou surdez conveniente. 

Rio vê indústria de óleo e gás como vantagem competitiva para hidrogênio e eólicas offshore

Governo estadual aguarda regulamentação federal antes de definir sua própria regulação para H2V e eólicas offshore Por Luiz Fernando Manso epbr RIO — O Rio de...

Oportunidades e desafios para a implementação do Código Florestal brasileiro

A lentidão na implementação do Código Florestal representa o desperdício de uma valiosa oportunidade de transformar o uso da terra no Brasil

Transformação Digital: 5G promete muitos benefícios, porém, é preciso vencer desafios

Com sua implantação, a expectativa é que sejam abertas inúmeras possibilidades em áreas, tais como, inteligência artificial, processamento de dados, realidade aumentada, big data,...

Guaranazeiro: uma solução para o desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira

O Guaraná já é um elemento importante da vida econômica e da realidade social e ambiental da região Norte. Mas, pode fazer muito mais pelo Brasil. Novos formatos da bebida impactam positivamente a saúde dos consumidores. Novas tecnologias permitem promover a reestruturação da cadeia e compor a escalagem industrial e comercial de um dos mais significativos e simbólicos produtos da Bioeconomia Tropical.

Ações de monitoramento visam garantir melhores resultados para projeto de carbono com produtores de Rondônia

Idesam é o responsável técnico pelas metodologias de parceria entre a empresa Natura e cooperativa do RECA, em Nova Califórnia.

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.