"A transformação do Cerrado pela ciência brasileira oferece um precedente concreto: recuperar a Caatinga não é tão somente uma agenda ambiental, mas um projeto...
Os moradores cultivam mudas de árvores nativas nas agroflorestas, como andiroba e castanheira, garantindo fonte de renda sustentável e fortalecendo tanto a preservação ambiental, quanto a autonomia indígena.
A fibra de uma tradicional planta da Amazônia, o curauá, mostra-se promissora para substituir plásticos petroquímicos e impulsionar a economia sustentável. Mas como fazer isso acontecer?
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.