La Niña traz frio e chuva ao Brasil em novembro

O La Niña deste ano está por trás do frio que anda fazendo no Sul e no Sudeste e agravou a falta de chuva no Chile, na Argentina e no oeste dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Historicamente, o La Niña traz águas frias para as costas de Chile e Peru, dificultando a formação de nuvens. O deste ano está mantendo as temperaturas baixas onde devia, mas, felizmente, pelo jeito não está atrapalhando as chuvas nos Sudeste e Centro-Oeste. Em todo caso, as chuvas estão sendo mais leves e mais pontuais do que o histórico para esta época do ano. A Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) prevê que o fenômeno permaneça muito ativo durante o verão e com 50% de chance de ir até maio do ano que vem. Para quem mora na região, recomenda-se não guardar os cobertores. Há possibilidade de geada no Sul nos próximos dias. A notícia saiu no Estadão.

Em tempo: O Brasil é o campeão mundial de raios, por ser atingido por uma média de 70 milhões deles por ano. Um livro de pesquisadores do INPE, apresenta os resultados de modelagens climáticas indicando que, em um cenário no qual as emissões continuam no nível atual, o país veria aumentar em quase 50% o número de raios. Neste século, os raios aqui mataram mais de 2.000 pessoas, colocando-o entre os 10 países com mais vítimas fatais. Phillippe Watanabe, da Folha, deu destaque à notícia. O site do INPE tem dicas de onde comprar o livro.

Fonte: ClimaInfo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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