Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
“Estamos devendo para nós mesmos a consolidação de uma piscicultura pujante como a que temos, hoje, no município de Rio Preto da Eva. Somos 62 municípios, todos com potencialidades extraordinárias para oferecer proteína de baixo custo e inigualável sabor.”
Por Augusto César
Estamos em um momento confuso. Não conseguimos perceber clareza em relação ao que é prioridade para o Amazonas. Quais são as prioridades...
Por Augusto César
Deveria haver um Manual para Pousadas, com instruções simples para a abertura de pousadas sustentáveis no interior do Amazonas. O que falta...
Por Augusto César
Um negócio que não faz nada além de dinheiro é um
negócio pobre
Henry Ford
Costumo escrever reflexões sobre os potenciais da
Amazônia. Claro que não...
Por Augusto César
Os pais costumam falar para os filhos “deixe para
depois”, “na volta para casa compramos” ou “não temos dinheiro para isso”,
conforme a idade...
Por Jaime Benchimol
O texto abaixo foi escrito por Jaime Benchimol, que não precisa de apresentação. Economista, empresário, professor da UFAM por muitos anos; onde...
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam