De acordo com o documento, essas mudanças poderiam tirar quase 500 milhões de pessoas da fome, dobrar a renda de 545 milhões de pequenos agricultores de países mais pobres e cortar as emissões do setor.
“A perda da biodiversidade é um problema provavelmente até mais sério e urgente que as mudanças climáticas, pois uma espécie extinta nunca voltará”, afirma Antonelli.
Os caminhos para reduzir nossos impactos ambientais e, ao mesmo tempo, conquistar uma melhor qualidade de vida, podem ser mais simples do que imaginamos.
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta