Em testes com consumidores, a aceitação sensorial dos novos produtos obteve resultados satisfatórios indicando grande potencial de sucesso comercial. Além de serem opção de negócios, eles podem contribuir para dar uma destinação alimentar para o que ainda é tratado como resíduo descartável.
Ficamos, portanto, diante de um dilema crucial. Poderíamos invocar o argumento de que seria lícito manejar 20% da floresta, e reivindicar esta parcela de remoção dos estoques naturais que o Código Florestal, teoricamente, autorizaria. Certamente, não será desmatando muito menos queimando. O Amazonas, sob a batuta do próprio Niro Higuchi, liderou a mobilização de 32 das melhores universidades estrangeiras, sob patrocínio do governo Japonês, para entender como se dá a dinâmica do carbono no bioma amazônico. E com isso, entre outras descobertas e avanços, criou tecnologia de MFS, Manejo Florestal Sustentável para gerar emprego, renda e fortalecer a saúde floresta.
Permeando esta passo a passo de implantação de novos negócios, identificamos princípios e conceitos de gestão da Amazônia, e a determinação de conectar demandas da indústria que podem e vão ser atendidas pela agroindústria em processo de implantação.
As inundações são apenas um dos problemas comuns. Incêndios florestais, cúpulas ou domos de calor e secas se tornaram parte da vida cotidiana em muitos lugares. Nenhum país, por mais avançado que seja, pode pagar para escapar das mudanças climáticas.