A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
“Ora, nossos cientistas, também eles oriundos da floresta, ou por ela qualificados, já descobriram que a revolução industrial da Amazônia passa por um namoro, noivado e casamento entre a tecnologia da informação e a bioeconomia da pesquisa prioritária de nossa diversidade biológica. Talento e paixão não nos falta, apenas a capacidade de revolucionar a matemática para demonstrar que a divisão de esforços é capaz de multiplicar talentos e soluções a partir de nosso chão, seja biótico e/ou fabril.”
O plantio e cultivo de árvores de espécies nativas brasileiras para uso econômico – a silvicultura de nativas – é uma importante oportunidade para o desenvolvimento econômico do Brasil. De um lado, é uma atividade que gera emprego, renda e divisas para o país, e do outro, tem grandes benefícios ambientais, como a absorção de carbono da atmosfera, melhoria da qualidade do solo e da água e a redução da pressão do desmatamento e degradação de florestas naturais.
Pesquisadores colhem os primeiros frutos de lavouras de cafés Robustas Amazônicos, desenvolvidos no estado de Rondônia e que estão agora sendo testados no Amazonas....
No primeiro dia do evento, os representantes de empresas regionais apresentaram suas atividades aos grupos internacionais que têm interesse em conhecer um pouco mais...
Além do nosso imensurável banco genético, aqui temos a maior província mineral da terra e um quinto da água potável do planeta. A água, que habita nossas matas, quando estás são removidas predatoriamente pela insensatez humana também remove o precioso líquido. Retidos, evaporados e compartilhados com outros quadrantes do planeta, sem floresta não há como reter a água. Daí a crise hídrica do Sudeste e que nos afeta a todos, pois embora tenhamos tanta água, muitas vezes vítimas do excesso das enchentes, pagaremos energia mais cara como sequela de nossa patologia pecuniária.
Neste evento serão discutidos os potenciais e os desafios para se implantar e consolidar iniciativas empresariais superando os desafios logísticos da Amazônia, neste ambiente inovador da indústria 4.0, alinhado à agenda da importância da indústria limpa neste ambiente onde está sediada a Zona Franca de Manaus.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas