O custo de um laboratório de nanobiotecnologia para o desenvolvimento não-predatório da Amazônia é nada mais que uma decisão política. Ou seja, um grito do protagonismo regional.
Verbas de grosso calibre do FNO, Fundo Nacional do Norte, serviram para remover floresta. E agora podemos recorrer a ele para fomentar a Bioeconomia. A Suframa já enxergou essa obviedade e inseriu sua adoção ostensiva no desafio de diversificação do Polo Industrial de Manaus em sua viabilidade.
Essencial para a modernização e o crescimento da economia, indústria continua a perder posições nos rankings internacionais, mas o debate político não dá a devida atenção.
No documento Amazônia do Futuro foi detalhadamente desenhado este caminho e configuração protagonista, apontando a necessidade de uma mobilização interinstitucional para debelar aquilo que o economista americano Jeffrey Sachs chama de “a doença global da desigualdade”.
Economistas conceituados afirmam que não estamos em um quadro de estagflação, em razão do PIB ter reagido positivamente aos estímulos pontuais do governo e...