A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
“As empresas japonesas, desde os primórdios, também aqui depositaram a energia de seu entusiasmo, contribuindo decisivamente para a transformação econômica, social e cultural de nossa região. MotoHonda, um orgulho da ZFM, a Yamaha, com capital amazonense, Semp/Toshiba, Fuji, são mais de quarenta empresas de alto nível, gerando emprego, renda, oportunidades e proteção florestal. Gratidão, gratidão pela amizade e parceria em favor da Amazônia.”
O panorama atual exige uma análise mais detalhada sobre soluções práticas, políticas de financiamento e estratégias para superar os obstáculos regulatórios. Esta análise pode oferecer uma compreensão mais rica sobre como a Zona Franca de Manaus e a cidade no geral podem se mover em direção a um futuro mais sustentável e economicamente robusto, conciliando crescimento com responsabilidade ambiental.
“…a união entre a classe política e as entidades que representam a indústria instaladas na Amazônia - com o protagonismo de quem transforma impactos em oportunidades sustentáveis, geram 500 mil empregos e tantos benefícios, alguns historicamente adiados - está escrevendo a história de um novo momento marcado por ganhos políticos, econômicos, sociais e ambientais da maior relevância.”
“Três empresários do CIEAM apresentaram suas boas práticas ESG no evento CIEAM/SUFRAMA. Sergio Capela, diretor da Visteon; Hamzah Ahmad Nasser, diretor da Electrolux; e Dahlson Bisker de Abreu, gerente da Tutiplast. Casos de sucesso de empresas que têm implementado a Agenda ESG com medidas eficazes para reduzir o impacto ambiental, promover a inclusão social e garantir uma gestão transparente e ética, participativa e, numa palavra, mutualista, ou seja, ações compartilhadas em que todos saem ganhando.”
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas