Para a Amazônia, essa é uma escolha estratégica urgente. Ou investimos no desenvolvimento de capital cerebral como vetor de soberania e inovação, ou continuaremos dependentes de modelos centrais de tecnologia e know-how, observando nossas riquezas naturais e humanas serem subutilizadas.
"Amazônia precisa investir em capital cerebral para acompanhar a inteligência artificial, que muda o mundo com rapidez impressionante, automatiza processos, reorganiza mercados, redefine profissões...
A Amazônia não pode depender exclusivamente de incentivos fiscais como argumento defensivo. É necessário apresentar uma proposta afirmativa de futuro.
Durante décadas, falamos em adensamento...