A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
E a boa notícia é que temos uma dose generosa de sugestões que as entidades da indústria, especialistas locais e nacionais em economia e desenvolvimento regional, com suporte acadêmico da Fundação Getúlio Vargas, estão chamando de Amazônia do Futuro.
Decreto institui Programa Amazônia Integrada e Sustentável com objetivo de implantar rede de transporte de fibra óptica ao longo dos rios da Região Amazônica.
José Walter Bautista Vidal, um dos maiores físicos do país por sua obra e legado na elaboração e implantação do programa do álcool e do óleo vegetal do Brasil, já dizia nos anos 80 que a Amazônia é a pátria da energia alternativa para o futuro do país. Ele se referia a energia solar, ao biodiesel, à biomassa e ao gás natural. Nesta segunda-feira, 13, dando sequência aos Diálogos Amazônicos da Fundação Getúlio Vargas, Márcio Holland e Daniel Vargas receberam a dupla André Clark, da Siemens e Tarcisio Rosa consultor de energia oriundo da Eletrobras. Objetivo do evento era expor e debater a questão energética na Amazônia no contexto da crise hídrica e das perspectivas da Amazônia do Futuro, um projeto de desenvolvimento regional desenhado por iniciativa do setor produtivo do Amazonas, Zona Franca de Manaus, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
O IEMA acaba de publicar sua análise da crise hídrica, e o recado não podia ser mais claro: o governo deveria ampliar a base de renováveis e a complementar por meio do armazenamento de energia nos reservatórios, em baterias e via geração e estocagem de hidrogênio.
Em ofício ao qual ((o))eco teve acesso, diretor do ICMBio abre caminho para avanço no licenciamento ambiental do trecho da BR-364 que cortará ao meio a floresta protegida
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