Negar a ciência e dar lugar ao obscurantismo significa denegar o conhecimento mais qualificado sobre a complexidade e pluralidade das questões socioambientais. Esse desserviço se presta a impor interesses escusos conduzidos pela truculência típica de nosso passado colonial e ditatorial, vangloriando um modelo de exportação de commodities agrícolas em um país que sequer está tendo êxito em alimentar sua própria população.
meio ambiente
É hora de construir, na diversificação, adensamento e regionalização dos polos industriais existentes na ZFM, os parâmetros adicionais da prosperidade inteligente, sob o signo do carbono zero e do atendimento das demandas sociais.
Por que não apostar no estado de emergência do entendimento para combater a ignorância de alguns e a má vontade de quem não nos conhece e se recusa a nos ouvir antes de decidir o destino de nossos empreendimentos, emprego e esforços de diversificação da economia.
A capacidade de entender e aceitar críticas pertinentes poderá construir um país muito melhor. Ao invés de reclamar de quem critica, precisamos entendê-lo melhor ou explicar mais detalhadamente como pensamos. Isso é democracia.
Assim, não precisaríamos de um centavo a mais do que aquele que é produzido na Amazônia com sustentabilidade, ou seja, no paradigma socioambiental e desenvolvimento integral. Essa é a pauta da hora e a razão emergencial para sugerir ao eleitor os votos da região em favor da cidadania e da prosperidade social de nossa Amazônia.