Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.
O mundo viu o Brasil estarrecido com mais um episódio dramático da brasilidade, dessa vez em plena Amazônia. Precisamos rechaçar este modelo de governança da floresta e de nossa gente que nela vive, e repudiar o abandono de crianças e idosos da nação ianomâmi, vítimas da exploração criminosa do garimpo ilegal em suas terras. A pobreza - como sequela da desassistência - levou à morte centenas de crianças e de adultos, vítimas de doenças trazidas pelos não-indígenas e pelo mercúrio da contaminação mortal das águas. Temos que ouvir o grito dos inocentes e meditar intensamente sobre essa infâmia.
Como o presidente Lula prometeu em campanha e também já em mandato que a ZFM não será atingida em seu governo, ela se torna importante instrumento da Política Social desejada por ele no viés do consumo.
O Fórum Econômico Mundial começou nesta 2ª feira (16/1) em Davos, na Suíça, com uma presença importante de representantes do novo governo brasileiro. Fernando Haddad...
Não basta dizer que a ZFM é o maior acerto fiscal da história da República na redução das desigualdades entre o Norte e o Sul do Brasil. É preciso mostrar os demonstrativos econométricos dessa afirmação, comparando-os com os indicadores de outros programas de desenvolvimento regional.
“Dai a Polsin o que é de Polsin” - nosso reconhecimento a quem durante a gestão buscou sempre a integração com as demais entidades públicas, com os setores produtivos e a academia, na tentativa de solucionar problemas que impedem o desenvolvimento sustentável da região. Procurou dotar a SUFRAMA de capacidade duradora para o atendimento das demandas mais prementes.
Por Gersem Baniwa
Indígena do povo Baniwa da Terra Indígena Alto Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira (AM). É professor associado do Departamento de Antropologia...
Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.