“Ora, se o propósito é salvar a Amazônia e se a única maneira de protegê-la é atribuir-lhe atividade voltada ao seu desenvolvimento, o caminho é outro. No Dia da Amazônia, em vez do alarmismo publicitário, por que não promover uma campanha de impacto que obrigue o poder público a investir essa dinheirama - R$ 20 bi/ano, pelo menos, nesta Amazônia social e economicamente empobrecida? Esta é a premissa de construção da Amazônia do futuro, proposta do setor privado para nosso amanhã, e do combate à desinformação e a transformação do espalhafato em informação construtiva a favor do Brasil e de nossa Terra”.
”A gestão econômica do Brasil está muito mais preocupado em arrecadar do que estimular os investimentos, como argumentou Robson Andrade em seu último artigo. Para além dos auxílios, a urgência é a geração do emprego e a retomada do crescimento”.
“Precisamos de projetos para a região, mas do que brechas para mais destruições. Chega de legalizar a grilagem e de achar normal as queimadas. Precisamos ficar indignados com a queimada e com o pasto improdutivo invadindo o Amazonas. Mais do que novos latifúndios, precisamos ter novas cadeias produtivas sustentáveis. Entre agosto/2020 até julho/2021 o Amazonas aumentou em 35,43% o desmatamento em relação ao ano anterior e 158% em relação a 2017/2018, segundo dados do INPE.”
Significa dizer que quase 20% da população mais vulnerável de Manaus estará protegida pelo benefício, muito à frente de qualquer outra capital do País. O mesmo se dá com a ampliação na coleta de esgotos e oferta de água tratada. Há um plano de investimentos em execução que prevê R$1 bilhão para os próximos anos. Vamos acompanhar!
“Insistimos, ainda, na extinção do PPB, uma invenção burocrática para vetar o adensamento da Indústria de Manaus, menos de 1% dos estabelecimentos fabris do Brasil.”