Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.
“Já sabemos o que não queremos e o projeto já se configura no formato mutirão. Cientistas, investidores, empreendedores, instituições de pesquisa, desenvolvimento e mercado, as entidades de classe e, especialmente, a representação parlamentar. Vamos encarar?”
Com isso, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia perde seu orçamento e musculatura ano após ano, o Centro de Biotecnologia da Amazônia é um prédio sem cientistas e Manaus, com sua belíssima floresta e rio, está engarrafada e de costas para a natureza.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.