Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.
Novas gerações de empresários da Zona Franca de Manaus olham para a bioeconomia como alternativa para diversificação de negócios em linha com a sustentabilidade
Desmatamentos, vulnerabilidade de povos indígenas, possibilidade de aparecimento de novas doenças, urbanização precária: cenário, que se degradava rapidamente com governo Bolsonaro, piorou na pandemia. Mas é possível transformá-lo.
“O momento exige interlocução, transparência e cumplicidade cívica como vacinas essencial. Assim, além de combater as mazelas das fakenews, estaremos contribuindo para uma aproximação construtiva e fraterna no combate às desigualdades imorais entre Norte e Sul do Brasil.”
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.
Desta forma, demos um passo definitivo na reestruturação da nossa interlocução Amazônica com o restante do Brasil. É imperativo da realidade global, precisamos alinhar a narrativa e falar em negócios e oportunidades sustentáveis.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.