O mundo precisa da Amazônia e vai precisar submeter-se a suas leis para acessar seus benefícios e opulência. As categorias e o valor de uso de troca das commodities do Centro-Oeste, na verdade, precisam ajustar-se às similaridades do valor e da riqueza amazônica. E curvar-se aos resultados da nanobiotecnologia. Bioeconomia não é extrativismo disfarçado, é mimese do bioma e da bioética, onde a dinâmica natural e florestal vira paradigmas a serem utilizados como ferramentas da inovação tecnológica, reunindo a nanobiotecnologia, tecnologia da informação e da comunicação.