As cadeias produtivas de Manaus estão fortemente dependentes de uma estrutura de suprimentos global e ainda não temos forte conteúdo de insumos locais. Então,...
“Há 50 anos, nossos precursores sempre encaravam como um desafio espinhoso e, ao mesmo tempo, delicioso empreender na Amazônia. Aprendemos com eles, a assimilar as lições de viver aqui, ajustar a cultura do empreendedorismo para ajudar a reduzir as acirradas diferenças entre o Norte e o Sul do Brasil, respirar a atmosfera florestal envolvente e transpirar sentimentos comprometidos com sua proteção.”
A compreensão do programa ZFM , seus meandros e paradoxos, não é algo muito palatável de digerir. E para defendê-la, é preciso, ainda, muito debate e mais estudos. São 56 anos de resistência e insistência para sobreviver às incompreensões, desinformação e maledicências. Nessa entrevista, o deputado Saullo Vianna, marinheiro de primeira viagem no parlamento federal, mostra que, em pouco tempo, já compôs sua narrativa de luta. E o que é mais instigante, está navegando em pleno agito de uma reforma fiscal, um sonho de simplificação tributária do contribuinte brasileiro e um pesadelo para a economia da Zona Franca de Manaus. Vamos conferir a prosa.
Mineração e bioeconomia são pautas de pirotecnia messiânica de sucessivos governos que não transformam narrativas em iniciativas. O problema, porém, não está com eles, está em nós, em nossa dificuldade atávica e inexplicável de escrever, preparar e construir a partir de hoje a resposta à indagação fundamental de como será o amanhã da Amazônia.
O amazônida tem mentalidade engenhosa, capacidade de combinar inteligência, força e inspiração para promover um movimento de renovação com pensamento de longo prazo, estruturando meios e alinhamentos necessários ao desenvolvimento socioeconômico sustentável.
Desafios