O Brasil é um país tragicamente desigual. A pandemia da Covid-19 escancarou as nossas desigualdades sociais, de renda, racial, de oportunidades e regionais. Devemos sair da pandemia ainda mais desiguais, em todas as suas dimensões perversas.
“Já sabemos o que não queremos e o projeto já se configura no formato mutirão. Cientistas, investidores, empreendedores, instituições de pesquisa, desenvolvimento e mercado, as entidades de classe e, especialmente, a representação parlamentar. Vamos encarar?”
Com o discurso federal de novos impostos, sob a desculpa de compensações tributárias prováveis a setores x e y, a história deste hospício fiscal não vai ter fim.
“A Amazônia carece destes recursos retidos pelo governo federal, R$4,6 bi, notadamente em setores da saúde, da alimentação funcional, da farmacopeia e dermocosmética florestal que podem dar respostas, de curto e médio prazo, para a geração de emprego e crescimento sustentável de uma Bioeconomia pujante, diversificando o Polo Industrial de Manaus e regionalizando a economia e os benefícios de nossa população esquecida.”
“Não reconhecemos as causas do problema de miséria em meio a um potencial de riqueza tão grande. Alguns de nós sequer percebem que temos miséria. Está na hora de começar a mudar esta condição”.
“Vimos uma elite reduzida e insaciável desfrutar, de modo obscuro e impune, o esplendor dessa herança que a História nos propiciou. Os IDHs lastimáveis de nossa terra dizem tudo”.