Para concluir o raciocínio, há algumas perspectivas que precisamos considerar sobre como encararemos a bioeconomia no Amazonas: será uma perspectiva de substituição de recursos já usados, como na transição da indústria de petróleo para outras soluções, como a biomassa? Será uma perspectiva de inovação tecnológica? Sendo inovação, faremos pesquisas nas áreas químicas, para alimentos, fibras ou combustíveis? Há quanto de orçamento público ou privado para isto?
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas