Para concluir o raciocínio, há algumas perspectivas que precisamos considerar sobre como encararemos a bioeconomia no Amazonas: será uma perspectiva de substituição de recursos já usados, como na transição da indústria de petróleo para outras soluções, como a biomassa? Será uma perspectiva de inovação tecnológica? Sendo inovação, faremos pesquisas nas áreas químicas, para alimentos, fibras ou combustíveis? Há quanto de orçamento público ou privado para isto?
Uma pesquisa da Bain em cinco países mostra que 90% dos brasileiros se dizem preocupados com o ambiente. Com dois selos amazônicos em construção, o desafio de quem vende a origem da floresta deixa de ser convencer e passa a ser explicar.