Novo estudo revela que grandes bancos financiam empresas de petróleo e gás na Amazônia enquanto promovem imagem sustentável. Lembramos também casos de financiamento de bancos brasileiros a crimes ambientais. Greenwashing na Amazônia
Ascensão da extrema-direita na União Europeia gera incertezas sobre a continuidade das políticas climáticas futuras; enquanto um novo relatório científico destaca a urgência de reduzir os chamados "superpoluentes" para conter o aquecimento global.
Enquanto a Amazônia for percebida apenas pelo que pode ser no futuro ou pelo que foi no passado, ignorando seu presente, suas aspirações e as suas dificuldades de hoje, seguiremos a não dialogar, a não construir e, principalmente, a desperdiçar uma enorme oportunidade
O produto, batizado de "Sugarcrete", é um tijolo ecológico feito a partir da combinação do bagaço da cana-de-açúcar com ligantes de base mineral. Este tijolo não só oferece uma alternativa econômica e ecológica aos métodos tradicionais de fabricação de tijolos, que utilizam argila ou concreto, mas também representa um avanço significativo em termos de sustentabilidade no setor de construção.
Nesta semana, no Dia Internacional do Meio Ambiente, o governo federal anunciou, com pronunciamento da ministra Marina Silva e sem muita repercussão na imprensa, a Estratégia Nacional de Bioeconomia por meio do Decreto nº 12.044. A novidade traz esperança para alguns, por prometer ser um passo significativo para a promoção de um desenvolvimento sustentável e inclusivo na Amazônia.
Para entender melhor as implicações e os desafios desta nova legislação, Alfredo Lopes, do portal BrasilAmazoniaAgora entrevistou Carlos Gabriel Koury, diretor do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) e coordenador do Programa Prioritário de Bioeconomia da Suframa, o PPBio. Durante a conversa, Koury destacou a importância de aprimorar a cooperação entre diferentes setores, desenvolver instrumentos financeiros que incentivem práticas sustentáveis e investir em educação e capacitação profissional.
Brenno Amaro, professor do Instituto de Química da UnB, trabalha há anos para desenvolver a arbolina, um biofertilizante sustentável que pode aumentar a produção de uma cultura em até 40%, sem nenhuma toxicidade
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.