Além das perdas de animais e vegetais terrestres, outras inúmeras consequências são verificadas após o término da queimada, quando a totalidade dos estragos podem ser melhor contabilizados.
O avanço da fronteira agrícola no Centro-Oeste nas últimas décadas consumiu cerca de 102,6 mil km2 de vegetação no Cerrado entre 2000 e 2018, de acordo com o IBGE.